ORIGEM DA IGREJA
Igreja (grego εκκλησια ekklesia e latim ecclesia: "Eclésia").
Esta palavra de origem grega foi a escolhida pelos autores da Septuaginta (a tradução grega da Bíblia Hebraica) para traduzir o termo hebraico q(e)hal Yahveh, usado entre os
judeus para designar a assembléia geral do "povo do deserto", reunida ao apelo de Moisés.
Igreja pode designar reunião de pessoas, sem estar necessariamente associada a uma edificação ou a uma doutrina específica.
Etimologicamente a palavra grega ekklesia é composta de dois radicais gregos: ek que significa para fora e klesia que significa chamados.
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quinta-feira, 1 de outubro de 2009

TAJ MAHAL :Arquitetura Interna - Cidade de Agra, India - 21


ARTESÕES E CONSTRUTORES
O Taj Mahal não foi projetando por uma só pessoa, mas exigiu talento de várias pessoas e origens. Os nomes dos construtores das diversas especialidades que participaram na obra chegaram aos nossos dias através de diversas fontes.
ARQUITETOS
*Ustad Isa e Isa Muhammad Effendi, discípulos do grande arquiteto otomano Koca Mimar Sinan Agha, tiveram um papel-chave no desenho do complexo.
* Alguns textos em idioma persa mencionam Puru de Benarus como arquitecto supervisor.
*A cúpula principal foi desenhada por Ismail Khan do Império Otomano, considerado o primeiro arquiteto e construtor de cúpulas daquela época.
*Qazim Khan, um nativo de Lahore, moldou o finial de ouro maciço que coroa a cúpula principal. *Chiranjilal, um artesão de Deli, foi o escultor chefe e responsável pelos mosaicos.
*Amanat Khan de Shiraz, Pérsia, foi o responsável da caligrafia.
*Muhammad Hanif foi o capataz de maçonaria (arte de trabalhar a pedra).
*Mir Abdul Karim e Mukkarimat Khan de Shiraz, Pérsia, supervisionaram as finanças e a gestão da produção diária.
ARTESÕES
O grupo de artistas incluindo escultores de Bucara, calígrafos da Síria e Pérsia, mestres em incrustação do sul da Índia, cortadores de pedra de Baluchistão, um especialista em construir torres, outro que gravava flores sobre os mármores, completando um total de 37 artesãos principais. Esta equipe diretriz esteve acompanhada por uma força laboral superior a 20.000 trabalhadores recrutados em todo o norte da Índia.
MATERIAIS
*O principal material empregado para a construção é o mármore branco trazido em carros puxados por bois, búfalos, elefantes e camelos desde as pedreiras de Makrana, no Rajastão, situadas a mais de 300 km de distância.
*O segundo material mais utilizado é a pedra arenisca rochosa, empregada na construção da maioria dos palácios e fortes muçulmanos anteriores à era de Shah Jahan. Este material foi utilizado em combinação com o mármore negro, nas muralhas, no acesso principal, na mesquita e no jawab.
*O jaspe foi importado do Punjab,
*O cristal e o jade, da China.
*As turquesas foram trazidas do Tibete.
*O lápis-lazúli vieram do Afeganiastão
*As safiras provinham do Ceilão.
*Os quartzos abundantes na construção vieram da Península Arábica
Outros materiais utilizados na construção vieram de toda a Ásia, para tanto foram utilizados mais
de 1.000 elefantes para o transporte de materiais de construção dos confins do continente.
No total utilizaram-se 28 tipos de gemas e pedras semipreciosas para fazer as incrustações no mármore.
Uma descrição da parte interna do Taj Mahal se encontra no item “Taj Mahal – Túmulos”
Formatação e pesquisa:HRubiales

TAJ MAHAL: Arquitetura Externa-Cidade de Agra, India - 20


TAJ MAHAL – ARQUITETURA EXTERNA
O Taj Mahal (em hindi ताज महल, persa تاج محل) é um mausoléu situado em Agra, uma cidade da Índia e o mais conhecido dos monumentos do país. O nome "Taj", é de origem Persa, que significa Coroa. "Mahal" é arábico e significa lugar.. Encontra-se classificado pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade. Foi recentemente anunciado como uma das Novas Sete Maravilhas do Mundo Moderno em uma celebração em Lisboa no dia 7 de Julho de 2007.
CONSTRUÇÃO
A obra foi feita entre 1630 e 1652 com a força de cerca de 22 mil homens, trazidos de várias cidades do Oriente, para trabalhar no suntuoso monumento de mármore branco que o imperador Shah Jahan mandou construir em memória de sua esposa favorita,Aryumand Banu Begam, a quem chamava de Mumtaz Mahal ("A jóia do palácio"). Ela morreu após dar à luz o 14º filho, tendo o Taj Mahal sido construído sobre seu túmulo, junto ao rio Yamuna.
Um monumento sem igual, para que o mundo jamais pudesse esquecer. Não se sabe ao certo quem foi o arquiteto, mas reuniram-se em Agra as maiores riquezas do mundo. O mármore fino e branco das pedreiras locais, Jade e cristal da China, Turquesa do Tibet, Lapis Lazulis do Afeganistão, Ágatas do Yemen, Safiras do Ceilão, Ametistas da Pérsia, Corais da Arábia Saudita, Quartzo dos Himalaias, Ambar do Oceano Índico.
Surge assim o Taj Mahal. Devidamente enquadrado num jardim simétrico, tipicamente muçulmano, dividido em quadrados iguais cruzado por um canal ladeado de ciprestes onde se reflete a sua imagem mais imponente
Sobre o edifício surge uma cúpula esplendorosa, que é a coroa do Taj Mahal, costurada com fios de ouro. Esta é rodeada por quatro cúpulas mais pequenas, e nos extremos da plataforma, flanqueado por duas mesquitas, sobressaem quatro torres (minaretes) que foram construídas com uma pequena inclinação, para que em caso de desabamento, nunca caiam sobre o edifício principal.
CARACTERÍSTICAS ARQUITETÔNICAS
Os elementos formais, arquitetônicos e decorativos são empregados repetida e consistentemente por todo o complexo, unificando o vocabulário estético. As principais características do mausoléu refletem-se no resto da construção:
1. Finial: remate ornamentado das cúpulas usado nos pagodes asiáticos igualmente.
2. Decorações de lótus: esquemas cujo motivo é a flor de lótus, esculpidos nas cúpulas.
3. Amrud: Cúpula em forma de cebola, típica na arquitetura islâmica e que, mais tarde, seria usada na Rússia.
4. Tambor: base cilíndrica da cúpula, que serve de apoio e transição formal sobre o resto do edifício.
5. Guldasta: agulha decorativa fixa no rebordo das balaustradas.
6. Chattri: galeria de colunas e cúpula, utilizado principalmente em monumentos de carisma comemorativo.
7. Cenefas: painéis esculpidos sobre as arcadas.
8. Caligrafía: escritura estilizada de versos do Corão sobre as arcadas principais
9. Arcadas ou portais: também denominados pishtaq (palavra persa para os portais).
10. Dados: painéis decorativos sobrepostos às paredes da fachada frontal do edifício.
ARQUITETURA EXTERIOR
Praticamente toda a superfície do complexo foi ornamentada e encontra-se entre as mais belas decorações exteriores mogóis de qualquer época. Também neste aspecto, os motivos repetem-se em todos os edifícios e elementos. Da proporção ao tamanho da superfície a decorar, a decoração exterior vislumbra-se mais ou menos refinada e detalhada. Os elementos decorativos pertencem basicamente a três categorias, recordando que a religião islâmica proíbe a representação da figura humana:
ELEMENTOS DECORATIVOS
1.Caligrafia
2. Elementos geométricos abstratos
3. Motivos vegetais
TÉCNICAS
Estas decorações efetuaram-se com três técnicas diferentes:
1. Pintura ou estuque aplicado sobre as paredes
2.Incrustação de pedras
3.Esculturas
CALIGRAFIA
As passagens do Corão são utilizadas em todo o complexo como elementos decorativos. Os textos criados pelo calígrafo persa da corte mogol Amanat Khan são tão detalhados e fantasiosos, que se tornam quase ilegíveis. A assinatura do calígrafo surge em vários painéis.
A letras estão incrustadas com quartzo opaco sobre os painéis de mármore branco. Alguns dos trabalhos são extremamente detalhados e delicados, especialmente os que se encontram no mármore dos cenotáfios da tumba. Os painéis superiores estão escritos com caligrafia proporcionada para compensar a distorção visual ao observá-los desde baixo.
Caligrafia sobre o grande portal de acesso ao mausoléu.
ARABESCOS
Os arabescos exteriores são desenhos muçulmanos de pedras semi preciosas incrustadas no mármore branco, segundo uma técnica Italiana utilizada pelos artesãos hindus. Estas incrustações eram feitas com tamanha precisão que as juntas somente se distinguem à lupa. Uma flor de apenas sete centímetros quadrados, pode ter até 60 incrustações distintas. O rendilhado das janelas foi trabalhado a partir de blocos de mármore maciço.
Estudos recentes sugerem que foi também Amanat Khan quem seleccionou as passagens do Corão. Os textos referem em geral temas de justiças, de inferno para os incrédulos e de promessa de paraíso para os fiéis. Entre as principais passagens, incluem-se as seguintes suras: 91 (o sol) , 112 (pureza da fé) , 89 (descanso diário) , 93 (luz da manhã), 95 (as figueiras), 94 (a abertura), 36 (Ya Sin) , 81 (a escuridão), 84 (a ferida), 98 (a evidência), 67 (o domínio) , 48 (a vitória), 77 (os enviados) e 39 (os grupos).
DECORAÇÃO GEOMÉTRICA ABSTRATA
As formas de arte abstratas são utilizadas especialmente no pedestal do mausoléu, nos minaretes, na mesquita, no jawab, e também em superfícies menores do templo. As cúpulas e abóbadas dos edifícios de pedra estão trabalhadas com traceria. As cúpulas e abóbadas dos edifícios de pedra estão trabalhadas com traceria para criar elaboradas formas geométricas.
Nas zonas de transição o espaço entre elementos vizinhos preenche-se com traceria, formando padrões em V. Nos edifícios de pedra vermelha usa-se uma traceria branca e sobre o mármore branco utiliza-se como elemento contrastante uma traceria escura ou mesmo negra.
O chão está coberto por mosaicos de cores e formas distintas combinados em padrões geométricos diferentes.
A técnica da incrustação sobre as placas de mármore apresenta tal perfeição que as juntas entre as pedras e gemas incrustadas apenas se distinguem com uma lente de aumento, uma lupa. Uma flor, de apenas sete centímetros quadrados, tem 60 incrustações ou marchetarias diferentes, que oferecem ao teto uma superfície irregular.
MOTIVOS VEGETAIS
As paredes baixas do templo funerário mostram frisos de mármore com baixos-relevos de flores e vegetais que foram polidos para ressaltar o extremo requinte do trabalho. Os frisos e as arcadas foram decorados com incrustações de pedras semipreciosas formando desenhos muito estilizados de flores, frutos e outros vegetais. As pedras incrustadas são mármore amarelo,jade, quartzo polido e outras gemas menores.
Diz-se que o imperador Shah Jahan queria construir também o seu próprio mausoléu. Este seria do outro lado do rio. Muito mais deslumbrante, muito mais caro, todo em mármore preto, que seria posteriormente unido com o Taj Mahal através de uma ponte de ouro. Tal empreendimento nunca chegou a ser levado a cabo. Após perder o poder, o imperador foi encarcerado no seu palácio e, a partir dos seus alojamentos, contemplou a sua grande obra até à morte. O Taj Mahal foi, por fim, o refúgio eterno de Shah Jahan e Mumtaz Mahal. Posteriormente, o imperador foi sepultado ao lado da sua esposa, sendo esta a única quebra na perfeita simetria de todo o complexo do Taj Mahal.
Formatação e pesquisa:HRubiales

sábado, 19 de setembro de 2009

TAJ MAHAL: Túmulos-Cidade de Agra, Índia-16


TAJ MAHAL-Arte Tumular - 158-Cidade de Agra, Índia.


Túmulo de Shah Jahan



Túmulos (O menor é de Mumtaz Mahal)



Entrada do mausoléu


INTERIOR DO TAJ MAHAL
Na sala central que apresenta uma decoração que vai além das técnicas tradicionais, destaca-se a elevada arte manual, da ourivesaria e da joalheria, que se traduz pelas incrustações, não só em mármore ou jade, mas sim em pedras preciosas e semipreciosas.
A sala principal contém ainda os cenotáfios de Mumtaz e Shah Jahan, obras-primas de artesanato, sem precedentes na época.
A forma da sala é octogonal e ainda que o desenho permita ingressar por qualquer dos lados, só a porta sul, em direção aos jardins é usada habitualmente. As paredes interiores têm aproximadamente 25 metros de altura, sobre as quais se construiu uma falsa cúpula interior decorada com motivos solares. Oito arcos definem o espaço a nível do solo. Similar ao que se sucede no exterior, a cada meio arco sobrepõe-se um segundo a meia altura na parede. Os quatro arcos centrais superiores formam balcões com mirantes para o exterior. Cada janela destes balcões leva um intrincado trabalho de mármore, o o jali. Além da luz proveniente dos balcões, a iluminação complementa-se com a que ingressa através dos chattris em cada esquina da cúpula exterior.
Cada uma das paredes da sala foi detalhadamente decorada com frisos em baixo-relevo, intrincadas incrustações de pedraria e refinados painéis de caligrafia, refletindo inclusivamente o nível minimalista do complexo. Com estes elementos, cria-se uma espécie de ligação ou fusão simétrica do espaço interior e exterior, numa linha decorativa que permite que contatem diretamente os dois espaços do complexo funerário.
TUMULOS VERDADEIROS
A tradição muçulmana proíbe a decoração elaborada das campas, pelo que os corpos de Mumtaz e Shah Jahan descansam numa cripta relativamente simples debaixo da sala principal do Taj Mahal. Estão sepultados segundo um eixo norte-sul, com os rostos inclinados para a direita, em direção a Meca. O acesso se realiza por uma escadaria oculta na plataforma de mármore e não é permitido à visitação pública.


Túmulos verdadeiros (não pode ser visitados)
CENOTÁFIO
Todo o Taj Mahal se centra em redor dos cenotáfios A câmara principal do túmulo formada por oito lados (octagonal), que duplicam em forma exata a posição das duas campas e são cópia idêntica das pedras do sepulcro inferior. Quase na penumbra, atrás de uma abertura em mármore que permite uma iluminação tão leve quanto etérea a câmara mortuária está rodeada por finas paredes de mármore incrustado com pedras preciosas que forma uma cortina de milhares de cores. A sonoridade do interior, amplo e elevado é triste e misterioso, como um eco que soa e ressoa sem nunca se deter.
CENOTÁFIO DE MUMTAZ
O cenotáfio de Mumtaz ergue-se no centro exato da sala principal, sobre uma base retangular de mármore de aproximadamente 1,50 × 2,50 metros. Há uma pequena urna também de mármore. Tanto a base como a urna estão incrustadas com um requintado trabalho de gemas. As inscrições têm a função de identificar Mumtaz e protegê-la, em jeito de oração. Na tampa da urna sobressai um placa, que se assemelha a um quadro de escola.
CENOTÁFIO DE SHAH JAHAN
O cenotáfio de Shah Jahan está junto ao de Mumtaz, formando a única disposição assimétrica de todo o complexo. É maior que o da sua esposa, mas contém os mesmos elementos: uma grande urna com base alta, também decorada com maravilhosa precisão mediante incrustações e caligrafia identificadora. Sobre a tampa da urna existe uma escultura de uma pequena caixa de penas de escrever.

PERSONAGENS
Shahabuddin Mohammed Shah Jahan (também escrito Shah Jehan ou Shahjehan),شاه جهان em persa), 5 de Janeiro de 1592 – 22 de Janeiro de 1666) foi um governante e imperador do Império Mogol, no subcontinente indiano entre 1628 e 1658. O nome Shah Jahan vem do persa e significa "Rei do Mundo". Foi o quinto soberano mogol depois de Babur, Humayun,Akbar e Jahangir.
Morreu aos 74 anos de idade.
Arjumand Banu Begam, era uma princesa persa muçulmana, que ao se casar com o quinto imperador de Mungal, o Xá Jahan, passou a ser conhecida como Mumtaz Mahal (que significa "a preferida do palácio"), pois na tradição mungal as senhoras importantes da família real eram determinadas a outro nome ao casar-se, viveu com o imperador de 1612 a 1631.
Embora sendo o segundo casamento de Jahan, ele foi realizado através da paixão e do amor verdadeiro; amor este que os fizeram praticamente inseparáveis.
UM TRIBUTO AO AMOR
Mumtaz Mahal acompanhava Jahan em todas as suas viagens e expedições militares tornando-se a grande e principal conselheira de Jahan. Ela o inspirou a atos de caridade e benevolência para os fracos e necessitados.
Mumtaz veio a falecer ao dar a luz ao décimo quarto filho quando acompanhava Jahan a uma campanha militar em Burhanpur. A morte de Mumtaz Mahal caiu como uma pedra sobre os ombros de Jahan tornando-o em alguns meses com aparência de longos anos, onde, seus cabelos e sua barba tornaram-se brancas como a neve.
O TAJ MAHAL
O Taj Mahal (em hindi ताज महल, persa تاج محل) é um mausoléu situado em Agra, uma cidade da Índia e o mais conhecido dos monumentos do país. Encontra-se classificado pela UNESCO como Património da Humanidade. Foi recentemente anunciado como uma das Novas Sete Maravilhas do Mundo Moderno em uma celebração em Lisboa no dia 7 de Julho de 2007.
A obra foi feita entre 1630 e 1652, com uma manada de mil elefantes que levou os blocos de mármore, cada um pesando mais de duas toneladas, trazidos de pedreiras a mais de 300 quilômetros de distância e com a força de cerca de 22 mil homens, trazidos de várias cidades do Oriente, para trabalhar no suntuoso monumento de mármore branco que o imperador Shah Jahan mandou construir em memória de sua esposa favorita, Aryumand Banu Begam, a quem chamava de Mumtaz Mahal ("A jóia do palácio"). Ela morreu após dar à luz o 14º filho, tendo o Taj Mahal sido construído sobre seu túmulo, junto ao rio Yamuna.
Assim, o Taj Mahal é também conhecido como a maior prova de amor do mundo, contendo inscrições retiradas do Corão. É incrustado com pedras semipreciosas, tais como o lápis-lazúlientre outras. A sua cúpula é costurada com fios de ouro. O edifício é flanqueado por duasmesquitas e cercado por quatro minaretes.
Supõe-se que o imperador pretendesse fazer para ele próprio uma réplica do Taj Mahal original na outra margem do rio, em mármore preto, mas acabou deposto antes do início das obras por um de seus filhos.
Fonte: Wikipédia
Formatação e pesquisa:HRubiales

TAJ MAHAL : Jardins e Construções Secundárias- Cidade de Agra, India -15

TAJ MAHAL – JARDINS E CONSTRUÇÕES SECUNDÁRIAS


Vista do jardim desde a entrada (Taj Mahal nos fundos)
JARDINS E ENTRADA

Vista do jardim desde o Taj Mahal (Darwaza nos fundos)

O complexo de Taj Mahal encontra-se rodeado de um grande chahar bagh (jardim persa) que mede 320 x 300 metros e inclui canteiros de flores, caminhos elevados, avenidas de árvores, fontes, cursos de água, e pilares que refletem a imagem dos edifícios na água.
Cada secção do jardim é dividida por caminhos em 16 canteiros de flores, com um tanque central de mármore a meio caminho entre a entrada e o mausoléu, que devolve a imagem refletida do edifício.
O chahar bagh foi introduzido na Índia por Babur, o primeiro imperador mogol, segundo um desenho inspirado na tradição persa a fim de representar os jardins do paraíso. Nos textos místicos do Islão no período mongol, o paraíso é descrito como um jardim ideal, pleno de abundância. A água tem um papel-chave nestas descrições, já que se referem quatro rios que surgem de uma fonte central, constituída por montanhas, que dividem o Éden em quatro partes segundo os pontos cardeais (norte, sul, este e oeste).
No centro, os amplos jardins divididos em quadrados, organizam-se mediante a cruz formada pelos canais. A superfície da água reflete os edifícios, produzindo um efeito adicional de simetria.
A maioria destes jardins mogóis são de forma retangular, com um pavilhão central. O Taj Mahal é invulgar neste sentido, já que situa o edifício principal, o mausoléu, num dos extremos. Mas a recente descoberta da existência do "Mahtab bagh" (Jardim da Lua) na ribeira oposta do rio Yamuna permite uma interpretação distinta, incorporando o vale no desenho global de tal forma que se converta em um dos rios do paraíso.
O traçado dos jardins e as características arquitetônicas principais, como as fontes, caminhos de mármore e azulejo, e canteiros lineares do mesmo material — similares ao jardim de Shalimar — sugerem que podem ter sido desenhados pelo mesmo engenheiro, Ali Mardan.
As descrições mais antigas do jardim mencionam sua profunda vegetação, com abundância de rosas, narcisos e árvores frutíferas. Com a declinação do império mogol também decresceu o mantimento, e quando os britânicos assumem o controle do Taj Mahal, introduzem modificações paisagísticas para refletir melhor o estilo dos jardins de Londres.
(acompanhe a desrcição abaixo)
DESCRIÇÃO
Obedecendo sempre uma simetria em cada lado.
Clique sobre a foto para aumentar
01.Entrada
02.Portal de acesso
03.Túmulos secundários
04.Pátio
05.Pátio de acesso principal (esplanada)
06.Darwaza ou Forte de acesso
07.Curso de água central (espelho d’água)
08.Curso de água transverso (espelho d’agua)
09.Tanque de água central (refletem a imagem do mausoléu)
10.Jardim e canteiro das flores
11.Masjid (Mesquita)
12.Minaretes (um dos quatro)
13.Taj Mahal
14.Jawab (hospedaria)
15.Fundos e divisa com o rio Yamuna
CONSTRUÇÕES SECUNDARIAS
DARWAZA OU FORTE DE ACESSO


Darwasa (entrada do complexo)
O complexo está limitado por três lados por um muro em pedra vermelha. Após os muros, existem vários mausoléus secundários, incluindo os das demais viúvas de Shah Jahan e do servente favorito de Mumtaz. Estes edifícios, construídos principalmente com pedra vermelha, são típicos dos edifícios funerários mogóis da época.
Do lado interior os muros completam-se com uma colunata coroada por vários arcos, característica comum nos templos hindus, incorporada nas mesquitas mogóis. A distâncias fixas incluem-se os chattris e outras pequenas construções que podem ter sido utilizadas como miradouros, incluindo a que atualmente se chama «Casa da Música», utilizada como museu.
A entrada principal, a "darwaza", é um edifício monumental construído também em pedra vermelha. O estilo recorda a arquitetura mogol e os primeiros imperadores. As suas arcadas repetem as formas do mausoléu, e incorporam a mesma caligrafia decorativa. Se utilizam decorações florais em baixo-relevo e incrustações. As paredes e os tectos abobadado apresentam elaborados desenhos geométricos, similares aos que existem em outros edifícios do complexo. Originalmente a entrada fechava-se com duas grandes portas de prata, que foram desmontadas e fundidas pelos jats em 1764.
MASJID OU MESQUITA
No extremo do complexo erguem-se dois grandes edifícios laterais ao mausoléu, paralelos aos muros este e oeste. Ambos são fiéis ao reflexo um do outro. O edifício ocidental é uma mesquita e o seu oposto, cujo sentido original era balancear a composição arquitetônica e crê-se que foi usado como hospedaria. Apresentam algumas diferenças internas. A mesquita tem os pisos decorados com um desenho em mármore negro que marca a posição das tapeçarias para a oração de 569 fiéis. O projeto básico da mesquita é similar a outras construções mandadas edificar por Shah Jahan, especialmente o seu Jama Masjid, em Deli, que consiste numa grande sala rematada por três cúpulas. As mesquitas mogóis desta época dividem o santuário em três áreas distintas: um setor principal com duas alas.
JAWAB (hospedaria)
Arquitetonicamente é igual a mesquita do lado oposto. As diferenças consistem nos pisos que apresentam desenhos geométricos e não tem minaretes.
Fonte e fotos:Wikipédia
Formatação e pesquisa:HRubiales