ORIGEM DA IGREJA
Igreja (grego εκκλησια ekklesia e latim ecclesia: "Eclésia").
Esta palavra de origem grega foi a escolhida pelos autores da Septuaginta (a tradução grega da Bíblia Hebraica) para traduzir o termo hebraico q(e)hal Yahveh, usado entre os
judeus para designar a assembléia geral do "povo do deserto", reunida ao apelo de Moisés.
Igreja pode designar reunião de pessoas, sem estar necessariamente associada a uma edificação ou a uma doutrina específica.
Etimologicamente a palavra grega ekklesia é composta de dois radicais gregos: ek que significa para fora e klesia que significa chamados.
Igreja (grego εκκλησια ekklesia e latim ecclesia: "Eclésia").
Esta palavra de origem grega foi a escolhida pelos autores da Septuaginta (a tradução grega da Bíblia Hebraica) para traduzir o termo hebraico q(e)hal Yahveh, usado entre os
judeus para designar a assembléia geral do "povo do deserto", reunida ao apelo de Moisés.
Igreja pode designar reunião de pessoas, sem estar necessariamente associada a uma edificação ou a uma doutrina específica.
Etimologicamente a palavra grega ekklesia é composta de dois radicais gregos: ek que significa para fora e klesia que significa chamados.
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domingo, 4 de abril de 2010
quarta-feira, 17 de março de 2010
sábado, 6 de março de 2010
domingo, 28 de fevereiro de 2010
IGREJA MATRIZ DE S.LUIZ DO PARAITINGA - S.Luiz do Paraitinga, São Paulo, Brasil-31
A Igreja Matriz de São Luiz do Paraitinga,foi construída no século XIX, dedicada a São Luiz de Tolosa, frade Franciscano da cidade de Toulouse, na França. Apresentava uma arquitetura eclética, isto é, misturava elementos do estilo neoclássico e do barroco. Com a maioria das paredes de taipa de pilão, construção típica do paulista, possuía vários afrescos, vitrais e altares em mármore carrara. A última reforma foi executada em 1930.
DESTRUIÇÃO
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IGREJA,
Igreja ' S. Luiz Paraitinga (SP)
IGREJA DO BEATO JOSÉ DE ANCHIETA (Pateo do Collegio)-São Paulo,Brasil-29
A igreja do Beato José de Anchieta, teve o seu interior reformado em 2009. O altar tem um retábulo painel de azulejos dourados, piso de granito cor de vinho. Na parte central do painel ergue-se uma imagem de Cristo crucificado com cerca de 1,90 metros, so século XVI, feita em Portugal, suspensa por um cabo de aço em frente ao painel dourado.
O altar tem ainda colunas de madeira, conhecidas como colunas salomônicas, do século XVII, que ficavam no altar da antiga igreja que existia no local. Os azulejos têm o brasão dos jesuítas no centro.
O altar tem uma mesa formada por uma peça de granito de 4 toneladas, que representa o Cristo que é a pedra angular.
Na parte destinada aos fiéis, os seis arcos da construção tem painéis de azulejos azuis que remetem ao estilo português. Quatro deles contam a história de Anchieta. Um outro fala sobre a liturgia do batismo e, o sexto, tem um texto do evangelho segundo São João. A pia batismal, o púlpito de onde são feitas as leituras, e a cátedra onde senta o presidente da cerimônia são de granito rosa. Tanto a pia como o púlpito ficam no centro da igreja, cada um em uma lateral.
ALTAR ANTIGO
Altar antigo
O altar antigo exibia uma escultura de bronze de tamanho natural, que representava o padre Anchieta ao lado da índia Bartira, com o título de “Anchieta na selva”. Essa escultura foi removida e levada para o jardim na entrada do museu.
VEJA COMO FICOU A REFORMA
Fontes:
G1 São Paulo
patiodocolegio.com.br
Fotos: Lan Rodrigues
Formatação e pesquisa:HRubiales
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
IGREJA DA CANDELÁRIA - Rio de Janeiro, Brasil - 27
IGREJA DA CANDELÁRIA
A Igreja de Nossa Senhora da Candelária localiza-se no centro histórico da cidade do Rio de Janeiro, no Estado de mesmo nome, no Brasil. É um dos principais monumentos religiosos da cidade.
HISTÓRIA
SÉCULO XVIISegundo conta a história sobre a origem da igreja, nos princípios do século XVII uma tempestade quase fez naufragar um navio chamado Candelária, no qual viajavam os espanhóis Antônio Martins Palma e Leonor Gonçalves. O casal fez a promessa de edificar uma ermida dedicada a Nossa Senhora da Candelária se escapassem com vida. A nau finalmente aportou no Rio de Janeiro, e o casal fez construir uma pequena ermida no local da atual Igreja da Candelária em 1609.
SÉCULO XVIII
A igrejinha paroquial da Candelária foi reformada em 1710, mas na segunda metade do século XVIII necessitava uma ampliação. O sargento-mor Francisco João Roscio, engenheiro militar português, desenhou os planos para uma nova igreja. As obras começaram em 1775 e a inauguração, com a igreja ainda inacabada, ocorreu em 1811 em presença do Príncipe-Regente, e futuro Rei de Portugal, D. João VI. A igreja tinha nesse momento uma só nave, e os altares do interior da igreja haviam sido esculpidos por Mestre Valentim, o grande artista do estilo rococó do Rio, mas foram substituídos nas reformas posteriores.
A fachada e o projeto geral de planta em cruz latina com cúpula sobre o transepto lembram muito certas obras do barroco português, como por exemplo a igreja do Convento de Mafra(1717-1730), perto de Lisboa, e a Basílica da Estrela (1779-1790), na capital portuguesa. A fachada é particularmente bela entre as igrejas coloniais brasileiras. Como ocorre também com a maioria das igrejas coloniais do Rio, a fachada da Igreja da Candelária está voltada para a Baía de Guanabara, uma vez que essa era a via principal de entrada na cidade.
SÉCULO XIX
Algum tempo após a inauguração da igreja, o projeto foi ampliado para três naves. A nave anteriormente construída foi substituída, mas foi mantida a fachada original do projeto de Roscio. Por volta de 1856 terminou o abobadamento das naves e capelas, faltando a cúpula do transepto, que representou um grande problema de engenharia na época.
Após a intervenção de vários arquitetos, incluídos Justino de Alcântara, Joaquim Bethencourt da Silva, Daniel Pedro Ferro Cardoso e o alemão Gustavo Waehneldt, a cúpula foi finalmente concluída em 1877. As diversas partes da cúpula, em pedra de lioz portuguesa, foram feitas em Lisboa, assim como as oito estátuas que a enfeitam, esculpidas pelo português José Cesário de Salles. Quando terminada, a cúpula da Candelária era a mais alta construção da cidade.
Algum tempo após a inauguração da igreja, o projeto foi ampliado para três naves. A nave anteriormente construída foi substituída, mas foi mantida a fachada original do projeto de Roscio. Por volta de 1856 terminou o abobadamento das naves e capelas, faltando a cúpula do transepto, que representou um grande problema de engenharia na época.
Após a intervenção de vários arquitetos, incluídos Justino de Alcântara, Joaquim Bethencourt da Silva, Daniel Pedro Ferro Cardoso e o alemão Gustavo Waehneldt, a cúpula foi finalmente concluída em 1877. As diversas partes da cúpula, em pedra de lioz portuguesa, foram feitas em Lisboa, assim como as oito estátuas que a enfeitam, esculpidas pelo português José Cesário de Salles. Quando terminada, a cúpula da Candelária era a mais alta construção da cidade.
DECORAÇÃO DO INTERIOR
A partir de 1878 começou a decoração do interior da igreja, seguindo um modelo neo-renascentista italiano, com revestimento de mármores italianos policromados nas paredes e colunas, afastando-se assim dos modelos vigentes na época colonial. O revestimento interior foi desenhado por Antônio de Paula Freitas e Heitor de Cordoville.
As magníficas pinturas murais no interior da Igreja foram encarregadas ao brasileiro João Zeferino da Costa, pintor e professor da Academia Imperial de Belas Artes, sendo essas consideradas suas obras-primas. Zeferino contou com a ajuda de um estaleiro de bons pintores como Henrique Bernardelli, Oscar Pereira da Silva e o italiano Giambattista Castagneto, entre outros. As pinturas se distribuem pelo teto das naves, cúpula e capela-mor e foram realizadas entre 1880 e o final do século XIX.
No teto da nave há seis painéis que contam a história inicial da Igreja da Candelária, desde a viagem dos fundadores até a primeira sagração, enquanto que na cúpula as pinturas representam a Virgem, as virtudes e figuras do Velho Testamento (Jessé, Isaías, David e Salomão).
Outros detalhes importantes do interior são o altar-mór do brasileiro Archimedes Memoria, os vitrais alemães e os enormes púlpitos em estilo Art Nouveau do escultor português Rodolfo Pinto do Couto (1931). Em 1901 foram instaladas as belas portas de bronze na entrada da Igreja, obra do português Teixeira Lopes.
IMPORTÂNCIA ARQUITETÔNICA
A Igreja da Candelária é uma das principais obras artísticas do século XIX brasileiro, pela qualidade dos nomes envolvidos e pela integração da arquitetura neoclássica e a decoração interna exuberante, em estilo misto neoclássico e eclético. A isso se soma a bela fachada, obra-prima do século XVIII, que demonstra uma grande harmonia no contraste entre os trechos pintados de branco e o granito escuro carioca, além dos diferentes perfis de janelas, as duas torres e o frontão clássico.
Fonte: wikipedia.pt.comFotos: wekipedia.pt.com, skyscrapercity.com (Wallyp), Monica Imbuzeiro, Marcelo Sokal, David Rodrigues, Stelling
Formatação e pesquisa: HRubiales
Formatação e pesquisa: HRubiales
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
A IGREJA QUE VIROU RESIDENCIA, Inglaterra-13
Vejam só que coisa interessante. Uma familia na Inglaterra comprou uma igreja por 92 mil libras e a transformaram numa residência. Para tanto, gastaram 300 mil libras na reforma. Observe algumas coisa interessantes: a cama do casal fica onde era o altar, as cadeiras da sala de janta eram os bancos da igreja

Igreja

Hall de entrada

Sala de estar

Vista da entrada (sala de estar, sala de janta e dormitório)

Sala de jantar

Cozinha

Escadaria para o andar superior

Detalhe da sala de jantar (veja detalhe das cadeiras)

Dormitório do casal (onde era o altar)

Vestíbulo superior

Banheiro

Dormitório superior
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Igreja ' Transformada residência
quinta-feira, 3 de abril de 2008
IGREJA N.S. DA GLORIA DOS ALTOS DO CAMBUCI - São Paulo, Brasil - 04

Vista da escadaria
IGREJA N.S.DA GLORIA DOS ALTOS DO CAMBUCI
A Igreja de Nossa Senhora da Gloria, em estilo gótico, erguida em 1795, acha-se situada numa elevação, chamada na época de Altos do Cambuci, de se poderia ver toda a cidade, virada para a Várzea do Carmo.
Uma grande escadaria murada por pedras dá acesso a um pátio, também todo murado, onde se encontra a entrada da igreja.
Na entrada da igreja há uma lápide de mármore engastada na parede com os seguintes dizeres em relevo:
"Domini Nostra Fortitudo Joachim Arcoverde de Albuquerque Cavalcanti Sancti `Pauli Sacer Antistes Quo Civium Religioni Sativs Consvalatur Et Nova Paroecia Inb Hon Divi Patriarchae Joachim Hing Initivem Ducat Mariae Virgini In Coelvm Assumpiae Templum Instauranratvm Ope Et Munificentia Doms Pientissimas Vidvae Dnae Evlalaliae d'Assumpção E.Silva Cujs Liberi Cavram Religionis Erecto Anima Tventur Ac Provevnt Solemnibus Kal Caeremoniis Dicavit VIII April A.D.MDCCXCV."
No interior, a nave central é composta por cinco pilares decorados suportando quatro arcos góticos de cada lado.
A capela mor, sob uma cúpula, com um rico altar de N.S. da Gloria em mármore. De cada lado pinturas a óleo, uma representando N.S.da Natividade e outra de N.S.da Anunciação.
No corpo da igreja há dois pequenos altares, um com a Sagrada Família e outro com S. Joaquim, Sant'Ana e Nossa Senhora.
No lado capela-mor fica a capela do Sacramento, com o Santíssimo, N.S. das Dores e o Senhor Morto.
Devido a sua localização estratégica
no ano de 1924 foi ocupada pelas forças rebeldes, lideradas pelo general Isidoro Dias Lopes, que tentavam derrubar o presidente Arthur Bernardes. A igreja foi ponto estratégico pois da colina onde ela fica era possível ver o movimento das tropas na cidade; os combates contra as forças legalistas destruíram a torre de ardósia, avariaram o altar e deixaram perfurações nas paredes.
A Igreja Nossa Senhora da Glória foi tombada em 9 de dezembro de 2008 pela Prefeitura de São Paulo - a decisão foi publicada no Diário Oficial em 06/01/2009.
IGREJA MATRIZ DE ITAJUBÁ-Itajubá, Minas Gerais, Brasil - 03
A IGREJA MATRIZ DE NOSSA SENHORA DA SOLEDAD, localizada na Praça Padre Paulo Hargerst, no centro da cidade de Itajubá, Minas Gerais, Brasil.
Sua construção é ligada diretamente à fundação de Itajubá. No ano de 1819 foi construída a primeira capela pelo fundador de Itajubá, Padre Lourenço da Costa Moreira, no terreno doado por Francisco Alves. Em 1831, uma nova igreja foi erguida, substituindo a primeira capela. Com aprovação do Decreto Episcopal de 08 de Novembro de 1831, e a aprovação do Conselho Geral da Província de Minas Gerais de 07 de março de 1832, ficou oficialmente suprimida a capela serrana da Soledade de Itajubá , hoje Delfim Moreira, e determinada a transferência da velha sede para o Itajubá Novo da Boa Vista do Sapucaí.
Para trazer a imagem de Nossa Senhora da Soledade de Delfim Moreira para a matriz foi preparada uma grande procissão que foi rechaçada pelos paroquianos de Delfim Moreira, inconformados com a transferência da sede e com o "abandono" ao qual o Padre Lourenço da Costa Moreira, chamado pelos Delfinenses de "o Aleijado", os relegou. Este conflito deu nome ao local de "Encontro", situado na ponte que liga Delfim Moreira à Rodovia. Entre 1873 e 1884, a igreja foi ampliada e recebeu um sino.
Em 1906 a igreja foi reformada e ganhou uma torre. Em 1912 o Cônego José Salomon inaugura a quarta matriz.
Em Julho de 1923, a Matriz é demolida e em Agosto é lançada a pedra fundamental. Em 1953 a Matriz tem seu interior pintado e vitrais confeccionados pelo artista holandês Henk Asperlhaagh.
Em 1998 o prédio da Igreja e todas as pinturas e vitrais são tombados pelo Conselho de Patrimônio Histórico e Artístico de Itajubá tornando obrigatório a conservação das pinturas, dos vitrais e da arquitetura da construção.
Fonte: conexaoitajuba.com.brFotos: Zuleika Rubiales
Formatação e pesquisa: Hrubiales
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